quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Caveiras

Cada vez maior o desfile de roupas com estampas de caveiras. Confesso que este modismo me assusta pelo fato de que muitos adeptos desconhecem a força da simbologia, muitas vezes demonstrada de forma ingênua, mas seguramente presente.

Brincos e pulseiras em formatos de caveiras. Bonés, sapatos e bolsas com estampas de caveiras. A coisa vai longe.

Penso que seja necessário avaliar tudo por vários lados. O esotérico simples. O modismo descompromissado e o espiritual. Todos, vão andar juntos na sintonia da pessoa que leva a estampa para fora de si.

Talvez um pouco complicado de entender. Muitos dirão que há exagero em meu pensamento. Não, não há. O fato de carregar comigo um símbolo, significa que estou de acordo com ele.

Eu, particularmente uso alguns adereços com símbolos celtas, porque me identifico muito com esta civilização e suas ideologias. É certo que as pessoas que gostem da caveira também podem se explicar como apenas e simples admiradoras. Mas há que se pensar seriamente no que se atrai ao formato.

O estilista Alexandre Herchcovitch chegou a criar uma linha para a C&A baseada na estampa, modismo copiado de grandes estilistas estrangeiros. O detalhe é que a linha abrangia o público de 4 a 14 anos...idade em que muitas vezes nem tem as roupas escolhidas por si próprio. Ou seja: pais desavisados compram e vestem seus filhos totalmente sem noção da realidade a que os expoem.

Vamos lá atrás e descobrimos que a moda veio para homenagear Alexander Macqueen, estitlista morto acho que em 2010.

Fora isto, a estampa sempre esteve presente na moda do exterior, onde a cultura é diferente daqui... 

Aqui, caveira fica sempre associada ao mal, a morte, aos exus.

Não tenho intenção de radicalizar. Respeito todos os direitos das pessoas de usarem e de fazerem de si o que bem entenderem. Sou contra apenas ao uso indiscriminado daquilo que não se tem conhecimento ao que se invoca ou se expoe gratuitamente quando colocado no corpo, matéria emprestada para evolução.

Para não polemizar, encerro o assunto com uma tirada de bom humor: caveiras, todos nós seremos um dia, quando morrermos.
Então, para que adiantar o processo????

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Semeadora




Eu era ela, eu era dela.
Se ela ia embora,
eu perdia a hora,
olhava aquela senhora,
sedutora,
abrasadora,
pelo tempo afora.

Eu era dela, eu era ela.
Se ela ia embora,
como analisadora,
ou simples observadora,
era somente uma destruidora,
cruel aliciadora,
dos meus sonhos adaptadora,
fugaz sonhadora.

Eu era eu, ela era ela.
Ela ia embora.
Eu ia embora.
Dominadora
e destruidora.
Libertadora
e opressora.
Perdedora
e traidora.
Vencedora
e superiora.







Médicos e Monstros.

Cada vez mais se torna difícil encontrar um médico que consiga um atendimento capaz de elaborar um diagnóstico em tempo razoável de consulta somado ao bom humor, somado à boa vontade de atender, somado ao profissionalismo real em sua essência.

Cada vez muito mais difícil...

Não depende da área médica. O ser humano continua sendo o rei supremo nesta terra cantada como abençoada. Mas isso foi uma enganação do autor da musiquinha que não condiz com realidade nenhuma e só desaponta cada vez mais.

Sempre fui "frequentadora" de consultórios de fono-audiólogos (as) e otorrinos. Os melhores? Os da rede pública!
Sim. Realidade e fato com todas as letras maiúsculas possíveis, embora de aparência duvidosa diante de tantas reclamações a respeito do estado da saúde pública no país. Anda mal das pernas, é verdade, mas talvez eu tenha tido grande sorte.

Enquanto atendida por profissionais conveniados, só pude ter o limite do pagamento que o profissional dispunha, ou seja: não interessava que eu tivesse sentimentos contrários aos exames, ou que houvesse algum desagrado de minha parte em relação aos exames. Por mais que tentasse explicar minha posição, meu mal estar, isto não interessava ao dito "profissional". Afinal, ele fez 2 ou 4 anos de cansativos estudos, se considerava e se considerará sempre um excelente profissional. Para que iria dar atenção à um paciente que é leigo no assunto?

Leigo sim, mas é portador do problema!!!
Leigo sim, mas paga o convênio!!!
Leigo sim, mas é quem se sujeita ao tal exame!!!
Leigo sim, mas merecedor de todo respeito.

O paciente é aquele (ser) que está ali na frente do...hã, profissional de saúde buscando uma melhora, uma qualidade de vida, um alívio, uma solução de seu problema, de sua angústia. Não está ali por falta do que fazer. Ora, parques e cinemas sim, estão ai para isto, ok fonos?

Confesso não entender a razão da postura superior que a grande maioria dos fonos aderem ao avental no momento do atendimento. Não vejo, desculpas, mas eu não vejo razões para vocês se sentirem melhores do que qualquer reles paciente, seja ele (ela) surdo (a) ou com outro motivo qualquer  para buscarem a consulta.
Existem os fanáticos doentes. Os hipocondríacos. Os que adoram uma consulta médica. Os que vão ao médico por solidão, por ansiedade de ouvirem que NÃO estão doentes, os que vão ao médico que o convênio vai cobrar mesmo que ele vá ou não. Os que vão ao médico porque gostam do médico...coitados.
O mundo anda lotado de gente carente que faz de tudo para um dedo de prosa (mesmo sendo podre).

As fonos que conheci pelo SUS me surpreenderam. Até o presente momento, já fui em 5 por aproximadamente 1 ano.
 Não, não foi por querer. A burocracia do sistema exige que se faça uma via-crucis antes de chegar aos finalmentes do seu diagnóstico, que no meu caso, são as próteses auditivas. Isto é tão complicado de explicar que eu prefiro deixar no ar. Quem ler o artigo e me conhecer, vai entender o que eu quero dizer. Peço desculpas para quem está chegando agora, mas eu prometo desenvolver melhor o assunto em outro artigo.

Audição deveria ter um estatuto também. Direito igual para todos. Mas a vida, ou a espiritualidade, ou quem quer que seja, acha que não. Então...seguimos em frente.

Volto no ponto de partida, que é a do atendimento das fonos do SUS. Atendimento gratuito, confesso que eu esperava aquela consulta relâmpago! Sabe aquela em que você começa a desenrolar os seus sintomas e já é interrompindo com uma folha de papel sendo entregue com um rápido "toma isto e volte (apenas) se não melhorar"? Mas não foi assim. Aliás, não teve nada disto!
Foram conversas quase que sem previsão de término.
TOTALMENTE diferente das consultas conveniadas...aquelas pagas.

Recentemente cedi e decidi buscar tratamento para minha ansiedade. Esta é uma companheira fiel que me empurra ladeira abaixo desde não sei quando, mas decidi que estava na hora de deixá-la seguir sozinha a vida dela (como se ela fosse independente) e eu a a minha.
No começo já bato de frente com a dúvida de "quem procurar"? Neurologista? Clínico geral? O gastro, que não tinha nada a ver, me sugeriu o psiquiatra...me perdoem a classe, mas muitos de vocês são mais doidos que muitos dos seus pacientes, tá?
#prontofalei#.

Achei mais fácil ir em uma psiquiatra onde já tinha ficha, do tempo em que precisei tratar minha depressão que alavancou com a morte da minha mãe.
Depois de meses e meses medicada e com terapia, aprendi a reconhecer meu tempo e o que era tristeza do que era depressão. Por coincidência, o anti depresivo não me parecia mais surtir efeito, então decidi por conta própria suspender o tratamento (ainda que temporariamente), já que no parecer dos médicos não se tem alta nunca...coisa que nunca entendi e nunca vou entender. Mas o fato agravante é que anti depressivos tem inúmeros contra. Um dá tremedeira, o outro tira a libido, outro mexe com o apetite e você continua mais depressivo ao se ver gordo...complicado.

Mas deesta vez  a coisa (o resultado da consulta) foi pesada.
 Tentei explicar à médica, numa consulta pra lá de relâmpago, que não tinha mais depressão e sim, apenas ansiedade. Explicação em vão e com direito a bronca, não por ter suspenso o medicamento mas sim, por ter faltado 3 consultas!
Tá, doutora. A senhora ficou sem seu pagamento pelas minhas 3 faltas...eu compreendo. Ou tento compreender, embora eu liguei para avisar que não tinha condições de comparecer devido à mesma depressão. Este fato parece que não fez diferença aos seus funcionários, já que simplesmente desmarcaram a consulta e não lhe transmitiram o motivo da minha falta.
Não, não foi preguiça de ir até outro bairro lhe ver. Juro que não foi.
Desculpe, mas eu não vejo outra razão para tal bronca. Meu estado ali era de quem estava tranquila, bem e sem depressão nenhuma, mas muito ansiosa.
Ouvi o que tinha de ouvir, já que debater era inútil e recebi meus papéis de receitas...nada mais a fazer no consultório, fui embora e na rua....

Na rua...ah, na rua era outra coisa!
A depressão me encontrou na esquina. Não sabia que aquela fdp sentia meu cheiro à distância. Juro que não sabia!
Aliás, se soubesse não teria ido ao consultório daquela...hã, médica.
E desde o fatídico dia da consulta (16 de janeiro) que ando às turras com o telefone tentando desmarcar meu retorno que foi agendado de forma errada: para o dia 08 de JANEIRO...

Deveríamos tentar a sorte com um psiquiatra do SUS, problema é que as vagas são demoradas e não nem em todos os postos atendem esta especialidade.

Resumindo:

A saúde do ser humano depende e muito da saúde de quem ele procura em busca de auxílio!




terça-feira, 15 de janeiro de 2013

O julgamento das películas.

Filmes e suas boas idéias. Ou não.

A teoria de um bom filme seria apenas a de ocupar um tempo que chamamos de "livre". Ou não, de novo. Mas o fato é que sem filme ninguém está mais sobrevivendo. Ou porque as novelas andam mal das pernas, ou porque a vida já tá pra lá de mal das pernas (dos braços, do tronco e do corpo inteiro!) ou porque, não há mais nennuma outra saída.

Voltei para os Nacionais em busca de algo novo, quem sabe...alguma boa idéia que valesse a pena 1 hora e meia de vista cansada. Difícil...complicado...sofrível!
Peguei um  que contava a história de um jornalista (Agamenon). Não fui além dos 20 e poucos minutos para ceder e desistir.
Tentei A Cilada. Ri muito!!!! Li muitas críticas, mas não me envergonho de assumir que ri e isto já me faz valer a hora e meia ou o quanto o filme durou.
Dali fui em seguida para Comer, Rezar e Amar. Comi, rezei mas não amei nem pelo desempenho de Julia Roberts. Chato. Chatíssimo. Chatérrimo além da conta. Mas mesmo assim, assisti até o fim. Fui acusada de não entender a essência da história. Pode ser. Não vou argumentar porque nem lembro mais do enredo.

Mergulhei em A Negociação. Booom!!!!! Richard Gere consegue me gerar uma coisa inexplicável que vem desde muito tempo. Adoro este homem! A-do-ro e A- DO- RO muito!

Passei pelo Curioso Caso de Benjamim Button, ficcionista demais. Realidade impossível, mas de fato é um bom mergulho na teoria de inversão da vida, se isto fosse possível. Nos leva pela estrada da avaliação do tempo em nós. Do tempo bem vivido e do tempo mal vivido, pois ambos desaguam na mesma medida, a dos 7 palmos abaixo da terra.

Fui ao Nosso Lar. Mas me decepcionei com a falta de detalhes que estão no livro e não foram levadas para a tela, no entanto, fariam uma diferença enorrrrrrrrme para quem não conhecia a história.
Chico Xavier também deu esta impressão, a da falta de algo mais...por que adaptações conseguem esta mágica maligna???

Apesar de não ser fã, aceitei Atividade Paranormal. Cansativa narrativa de uma coisa cujo fim acaba sendo altamente previsível desde os primeiros 10 minutos. Não faria diferença se deixasse o filme correr sem prestar atenção aos detalhes a la Bruxa de Blair.

Consegui A Mulher Invisível. Sim, o "consegui" é por conta da legenda, obrigatória por lei, mas em caso de filmes nacionais, ainda difícil de ser encontrada. Abro aspas aqui para uma pequena explicação: precisar da legenda nem sempre é vício ou problema latente de audição. Muitos atores tem dicção de pato Donald...incompreensível! #prontofalei#.
A idéia do autor é excelente! Não fosse o foco de ter de ostentar gratuitamente a beleza de Piovani e o filme ficaria bem melhor! Mas, em se tratando de filmes nacionais, a nudez e a pornografia são partes dos diálogos. Um não acontece sem o outro.Fazer o que? O patrocinador deve até exigir.
Taí uma idéia que não se pensa comumente: pessoas ideiais não existem. São frutos apenas de nossa imaginação que nos conduz ao patamar doentio da vida. É lamentável, mas é realidade.

Neste meio tempo, veio uma mini-série: O Canto da Sereia.
Em 4 capítulos fica difícil o espectador se perder em busca de erros, partindo deste princípio, o autor já ganha pontos homéricos com a audiência. Ausência do exagero de apelação seja erótica ou pornô (o público muitas vezes já nem sabe mais diferenciar um do outro), deu mais pontos.

Mas o principal, foi novamente a idéia de nos fazer refletir em cima daquilo que vemos e já julgamos.
Sereia tinha em sua morte, razões categóricas para que vários personagens pudessem ser suspeitos de sua morte. Houve ali, uma boa (eu ensaiaria dizer uma ótima) conduta na história para que o verdadeiro culpado tivesse suas boas razões para cometer o crime.
Crime a parte, eu volto na questão do julgamento.
No desenrolar da trama, vamos eliminando suspeitos, afinal, cada um tinha um forte motivo para querer matar Sereia. Na vida também agimos assim. Na vida diária, vamos julgando os nossos algozes ou nossos simples semelhantes, de forma duvidosa. De forma cruel. Fria. Sem chances de defesa.
E por que fazemos isto? Porque aprendemos a nos defender acusando. Apontando o dedo para o lado oposto como se o mal só tivesse um lado para agir. É preciso ver que muitas vezes, damos vazão para o mal acontecer mas não queremos colher os frutos da responsabilidade que sempre cai por terra.
Sereia pediu ao So Love que mandasse lhe matar, diante de tanta admiração por ela, ele achou ´por bem que ele próprio fosse o responsável por ver seu pedido atendido. Tudo em nome do amor pela celebridade, pela luz que vinha da artista que por sinal, dava vida ao fã gay.

O governador, por seus brios políticos feridos. A mãe de santo, por ter sido apunhalada com a traição. O Tuta, por ser partidário do governador. Mara, a paixão lésbica e trocada pelo macho companheiro de orgias. O marido da mãe de santo. O próprio gay assassino também entra de relance na lista dos suspeitos, mas o motivo...ah, este era impossível mesmo de acertar!

Agora estou De Pernas Pro Ar.
Se não me prender, que pelo menos me faça rir um pouco.
Não me julgue, mas eu a-do-ro rir!!!
 A-DO- RO!!!

A Ambição de Jorge



Não, não se trata de heresia.
O Assunto me tocou de forma muito profunda. Talvez a autora ao denunciar tanta maldade existente no mundo nem tivesse tanta pretensão. Mas convenhamos: é difícil passar imune diante de tanta crueldade com inocentes!
Tá. Verdade seja dita, os inocentes não são tão inocentes assim...agiram com confiança naqueles que pareciam honestos ao lhes estender a mão.
Mão essa, aberta escancaradamente em nome apenas da AMBIÇÃO. Não fosse esta fiadumaégua e muítas lágrimas não teriam motivos para cairem...
Mas, a carne é fraca. O ser humano é fraco, quer sempre mais do que já tem e fica cego diante de possibilidades de mudanças de profissão, de status financeiro, de tudo enfim, quando imagina que o dinheiro é a saída primordial para tudo! E cai com os burros n'agua quando vê que bateu foi com a cara na parede.
*e que parede...

Salve Jorge é dura. Pior do que Avenida Brasil, onde se via maldade abertas e claras, mas a personagem Carminha era de uma maldade irônica, maldade que estava encarcerada dentro dela pelos sofrimentos que teve desde a infância. Foi jogada fora, maltratada, violentada e só sabia ver a vida por estes olhos, por isto, era fácil maltratar e jogar fora sempre com ironia.
Em Salve Jorge, a vilã Lívia é sarcástica! Tem uma vida de qualidade mas mesmo assim impõe terceiros ao sofrimento em prol de seu bem estar.

Ambas vilãs. Ambas cruéis. Cada qual com seu diferente motivo.
Mas ambas em comum acordo com o bendito fruto da AMBIÇÃO.

Carminha dizia agir em nome da vingaça em sobre a vida que teve. Lívia, em nome de status, de fama, de mais e mais, quanto mais, melhor.

Sobre Avenida, não há mais o que comentar. A vilã se redimiu e ponto final.

Salve Jorge, segundo as críticas, tem baixa audîência. O fato do modismo de detalhes de alguns personagens (as pulseiras de Morena e os braceletes de quase todo elenco feminino) não terem caído no gosto popular, me faz acreditar que possa ser realmente verdade.
Pela crueldade, não acredito. Uma leva da população não se importa com isto e outra leva adora isto!

Lamento e muito, pela ingenuidade das criaturas que apostam tudo (e até a própria vida, no caso) em nome de uma escalada social ou de uma simples "melhora" de vida.
Admiro muito a audácia da autora Glória Perez em denunciar as falcatruas da vida, principalmente em dias de tanta violência contra os policiais.
Mas ainda vejo pelo lado da necessidade em alertar sobre este meio torpe usado para enganar as pessoas que só querem uma mudança de vida. Vamos deixar um pouco de lado a AMBIÇÃO e vamos pensar apenas na melhoria de vida, no desejo de oferecer um padrão melhor para si mesmo e para aqueles que dependem da víitima em questão. Vamos enxergar apenas o lado de quem vê uma possibilidade caindo do céu feito chuva de prata,no caso de ouro e embarca de olhos fechados no negócio escandalosamente lucrativo.
O escândalo vem a galope, já o lucro...fica nas mãos dos espertos.

Coisas deste tipo precisam ser denunciadas constantemente, pois pessoas de má índole, de má fé, mal caráter, canalhas de toda espécie não pensam duas vezes na hora de usarem seus artifícios de sedução e manipulação para conquistarem adeptos, fãs, empregados e escravos.
Uma vez dentro do esquema, a vítima dificilmente conseguirá se ver livre e infelizmente este lado  geralmente não é mostrado. A autora não teve papas na língua (ou nas mãos) para colocar a realidade à vista sem grandes disfarces. Os erros da novela não entram na pauta deste post, isto é de um outro departamento que, convenhamos, não faz diferença no foco da angústia.
O que continua não tendo como disfarçar é o principal motivo de tanto sofrimento...seu nome: AMBIÇÃO.


E o que